A farmácia é a porta de saúde mais próxima do brasileiro. O FORMMA FARMA transforma essa proximidade em cuidado responsável: rastreamento de saúde física feito pelo farmacêutico, com método, limites claros e encaminhamento.
Para cada Unidade Básica de Saúde em funcionamento no país, há quase três farmácias e drogarias. A rede pública de atenção primária é essencial e insubstituível, mas a rede de farmácias é quase três vezes maior.
Em agosto de 2025, o artigo de opinião "Farmácias como 'hubs de saúde'? O que os dados e a realidade mostram", de Wilson Shcolnik (SBPC/ML), publicado pelo Conselho Federal de Biomedicina, apontou os riscos do modelo que leva consultas, telemedicina e testes rápidos para dentro das farmácias. O FORMMA FARMA foi desenhado para não repetir esses erros.
A farmácia não é local de prestação de serviço médico.
É rastreamento em saúde, atribuição clínica do próprio farmacêutico (Resolução CFF nº 585/2013, art. 7º, XXVIII), feito na sala de serviços farmacêuticos (RDC Anvisa nº 44/2009).
Exames feitos fora do ambiente laboratorial, sem controle de qualidade, podem gerar resultados pouco confiáveis.
Medidas físicas não invasivas (força de preensão, perímetros, cintura ÷ altura, mobilidade), com o mesmo kit, o mesmo protocolo em todas as farmácias e capacitação com prova de certificação.
Clínicas dentro de farmácias fecharam no exterior com prejuízos expressivos.
Sem consultório, sem equipe médica, sem obra: kit, curso e plataforma por assinatura. Cerca de 10 check-ups por mês pagam o Plano Mensal.
O caminho é fortalecer a APS e a Estratégia Saúde da Família.
Resultado alterado gera guia de encaminhamento ao profissional ou serviço de saúde, inclusive à UBS. O FORMMA alimenta a rede, não compete com ela.
Regulamenta as atribuições clínicas do farmacêutico. O art. 7º, XXVIII, inclui "realizar ações de rastreamento em saúde, baseadas em evidências técnico-científicas". No glossário, rastreamento é a identificação provável de condição de saúde não identificada, com orientação e encaminhamento a outro profissional ou serviço de saúde.
Boas Práticas Farmacêuticas. Os serviços farmacêuticos são prestados em ambiente próprio, separado da dispensação e da circulação de pessoas, com privacidade no atendimento.
A Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde dá a régua de qualificação de cada fator (nenhuma, leve, moderada, grave ou completa deficiência) e o código que acompanha o parecer.
Os dados dos avaliados ficam no aparelho da própria farmácia. Nada é enviado a servidor do Instituto.
Em cerca de 20 minutos, o farmacêutico avalia o cliente nos cinco fatores do acróstico FORMMA. As deficiências de cada fator são qualificadas pela régua da CIF/OMS e compõem o Índice de Saúde Física (ISF).
Na sala de serviços farmacêuticos, com o Kit FORMMA e registro na plataforma.
ISF, qualificação de cada fator e código pela CIF/OMS, em PDF com a marca da farmácia.
Quando há deficiência relevante, guia para o profissional de saúde adequado, com exercício físico e orientação nutricional como caminho.
Na reavaliação, o Parecer de Evolução mostra a mudança de cada fator e do ISF.
Kit, curso FFF com certificado, plataforma e suporte, no Plano Mensal ou no Plano Anual.